Os ECOblocos são uma solução de construção 100% viável, que combina alvenaria e isolamento num único elemento. Além de ecológicos, são uma alternativa competitiva e acessível, reduzindo operações, materiais e mão-de-obra.
Os ECOblocos são compostos por matérias-primas 100% naturais: aparas de cânhamo, cal, argila e água.
Os ECOblocos podem ser utilizados para ambos. Disponibilizamos sete espessuras diferentes, que se adaptam tanto para paredes exteriores/interiores de raiz como para revestimento de paredes pré-existentes (renovações). Quando aplicados em renovações, os ECOblocos não servem apenas como isolamento térmico adicional, estes ajudam também a resolver problemas associados a humidades e bolores.
Existem muitos tipos e marcas de tijolos térmicos no mercado, com capacidades muito diferentes. No entanto, a grande maioria tem capacidades térmicas insuficientes, e é necessário recorrer a isolamento complementar (capoto). Com os ECOblocos não há necessidade de isolamento adicional. Só o ECObloco25, apresenta uma resistência térmica superior à maior parte das soluções combinadas de tijolo térmico + capoto. O ECObloco15 já cumpre os requisitos para paredes exteriores na maior parte das zonas do país, enquanto que o ECObloco32 não tem comparação com outros materiais no mercado, apresenta uma resistência térmica e de conforto bastante superiores.
Sim, devido à presença de cal na sua composição, os ECOblocos possuem um pH alcalino (elevado), que atua como um repelente natural contra pragas. Além disso, o próprio cânhamo também tem propriedades repelentes – as plantações de cânhamo não necessitam de pesticidas nem herbicidas devido a essa característica. Por estas razões, os ECOblocos também funcionam como repelentes naturais de pragas.
A durabilidade estimada é de 75 a 100 anos, com base em estudos científicos e em casos práticos desde os anos 80 em França, e posteriormente no resto do mundo.
Essa longevidade deve-se ao processo de carbonatação da cal, que aumenta a resistência mecânica ao longo do tempo. Além disso, a sua capacidade de respirar regula a temperatura e a humidade, prevenindo patologias e reduzindo as necessidades de manutenção.
Adicionalmente, as construções à base de cal têm demonstrado uma durabilidade superior à do cimento ao longo das décadas – e até mesmo dos milénios –, como comprovam os edifícios deixados pelos Romanos. Embora o cimento apresente vantagens iniciais, ele perde propriedades com o tempo, enquanto a cal não só mantém as suas características desde o início, como também se fortalece com o passar dos anos.
Não, os ECOblocos não são estruturais, tal como as alvenarias tradicionais em Portugal. Por isso, é necessário uma estrutura. Por norma, em Portugal, as estruturas são de cimento, mas as estruturas de madeira ou metal também são opções viáveis.
Os ECOblocos não ardem. Durante o processo de produção, a cal envolve as aparas de cânhamo e, durante a cura, “petrifica” o material. Dessa forma, em caso de incêndio, embora possa ocorrer alguma degradação, os ECOblocos não ardem, não propagam as chamas e não emitem fumos tóxicos, tornando-se uma solução segura e natural.
Além disso, os ECOblocos foram submetidos a testes rigorosos de resistência ao fogo, demonstrando a capacidade de suportar até 240 minutos sem queimar, emitir gases tóxicos ou permitir a sua passagem.
Os ECOblocos cumprem as normas de construção vigentes, tendo sido submetidos a testes rigorosos por organismos certificados. Dessa forma, todas as características técnicas, como a resistência térmica, acústica, pegada carbónica, resistência ao fogo, entre outros são valores oficiais e validados. Embora seja um produto inovador, seguimos os padrões estabelecidos no setor da construção para assegurar a qualidade e segurança.
Os ECOblocos atendem a vários critérios dessas certificações, como o uso de materiais sustentáveis, pegada carbónica negativa, eficiência energética e redução de resíduos. Os ECOblocos em projetos que procuram este tipo de certificações irão ajudar a acomular pontos nas categorias de materiais ecológicos e eficiência energética.
A garantia dos ECOblocos é a sua ficha técnica. Todos os ensaios seguem normas e padrões internacionais, tendo estes sido realizados por laboratórios certificados.
A duração da solução está intrinsecamente ligada à sua aplicação. Devido a esse fator, a Cânhamor dispõe de um apoio técnico que acompanha o processo desde a fase de projeto até à conclusão das operações relacionadas com os ECOblocos.
Mais do que apresentar apenas o valor, é fundamental compreender a solução como um todo. O ECObloco é equivalente à alvenaria + isolamento + mão-de-obra, que deixa de ser necessária. Logo, não é justo comparar o preço de 1 ECObloco com 1 tijolo ou uma placa de isolamento. Pode consultar a nossa tabela de preços, onde tem também o custo por metro quadrado, que facilita a comparar com o custo total de outras soluções.
Os ECOblocos oferecem uma solução completa que combina alvenaria e isolamento. Por isso, não devem ser comparados diretamente com alvenarias ou isolamentos tradicionais. Com os ECOblocos, elimina-se a necessidade de criar uma parede dupla e/ou de adicionar isolamento, reduzindo materiais, operações e mão-de-obra associada. A forma mais correta de comparar o custo desta solução com outra, será sempre por m2 de parede completa. Simule o preço do seu projeto.
Para paredes interiores, recomendamos o ECObloco15. Paredes com maior exigência térmica/acústica, como paredes geminadas, recomendamos o ECObloco20. Consoante as suas necessidades térmicas, temos blocos de cânhamo com uma maior espessura – 25, 28,5 e 32 cm. Para informações técnicas, pode consultar o nosso Manual de Aplicação ou contactar o nosso departamento técnico.
Com os ECOblocos é necessário utilizar argamassas à base de cal hidráulica natural, que mantém a respirabilidade dos blocos e previnem a formação de pontes térmicas – algo que ocorreria com argamassas à base de cimento. O método de aplicação do reboco e do acabamento é semelhante à aplicação nos sistemas de parede convencionais, não sendo necessária a utilização de ferramentas ou mão-de-obra especializadas.
Para isolar paredes pré-existentes, recomendamos a utilização dos ECOblocos de espessura 7 cm ou 11 cm. Quanto mais espessa a forra, maior o isolamento mas mais caro.
Estas forras são sustentadas por uma calha de arranque ou um suporte impermeabilizado. A cada 2m2 usamos também uns conectores metálicos para não haver separação entre a parede pré-existente e a forra de ECOblocos.
Os ECOblocos não exigem conhecimentos ou ferramentas especializadas. Qualquer construtor ou pedreiro pode aplicá-los, utilizando os mesmos métodos aplicados a tijolos tradicionais. Para informações técnicas, pode consultar o nosso Manual de Aplicação ou contactar o nosso departamento técnico.
Os roços podem ser facilmente feitos com rebarbadoras, fresas, entre outras ferramentas. O material gerado ao cortar pode ser reutilizado na argamassa para preencher vazios, reduzindo resíduos e desperdícios.
Para informações técnicas, pode consultar o nosso Manual de Aplicação ou contactar o nosso departamento técnico.
Se tiver dificuldades em encontrar construtores, fale connosco! Teremos todo o gosto em colocá-lo em contacto com profissionais que já trabalharam com os nossos ECOblocos.
Sim, a Cânhamor entrega em todo o território nacional, incluindo ilhas. Trabalhamos com várias transportadoras para garantir sempre o valor mais competitivo, sem qualquer interesse económico na operação. Entre em contacto connosco.
A fábrica da Cânhamor foi projetada para atender ao mercado nacional e ao mercado espanhol (mercado ibérico). Se houver interesse de encomendar ECOblocos para outro lado, não há problema, mas sempre com a noção que haverá um impacto no custo final, bem como impacto ambiental, devido ao transporte acrescido.
Não, apenas é possível comprar paletes de ECOblocos diretamente à Cânhamor ou através dos revendedores oficiais.
Sim, o cânhamo pode ser cultivado em todo o território nacional, embora a qualidade do solo e o clima específico da zona de cultivo influenciem a produção. Consulte o nosso Manual de Cultivo.
A Cânhamor está a re-introduzir a cultura do cânhamo à escala industrial em Portugal. Para tal, contamos com protocolos com agricultores parceiros. De maneira a garantirmos a qualidade dos fardos de Cânhamo desejada e acordada com os agricultores, fazemos acompanhamento constante, em todas as fases da cultura (da preparação do solo ao enfardamento). Os agricultores comprometem-se a seguir as nossas indicações sobre como cultivar o cânhamo e, nós assumimos a posição de comprador final. Após validação da qualidade do produto final, compramos o cânhamo à tonelada, em fardos já secos. Se estiver a considerar uma parceria agrícola, consulte o nosso Manual de Cultivo.
Para otimizar a produção de cânhamo e garantir um rendimento elevado, o principal requisito é que o agricultor possua um sistema de irrigação eficiente, nomeadamente um sistema de pivot. Este sistema não só assegura a distribuição uniforme da água, como também é essencial para o desenvolvimento ideal da planta, especialmente em regiões com períodos de seca.
O cânhamo é uma planta com múltiplos benefícios para os agricultores, incluindo:
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